ROTEIRO 02
O POLITEÍSMO OU PAGANISMO SEGUNDA PARTE
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Realizar um estudo critico sobre as
principais religiões politeístas da antigüidade.
Analisar a influencia das idéias
politeístas na formação moral e intelectual da Humanidade.
IDÉIAS PRINCIPAIS
Os hindus foram "(...) dos Espíritos
degredados no ambiente da Terra, (...) os primeiros a formar os pródromos
de uma sociedade organizada, cujos núcleos representariam a grande
percentagem de ascendentes das coletividades do porvir. (...)" (10)
Os Espíritos que "(...) constituíram
a civilização egípcia foram os que mais se destacavam
na pratica do Bem e no culto da Verdade. (...)" (12a) A classe sacerdotal
egípcia era monoteísta, mas admitia um politeísmo
simbólico por parte do povo. (14)
O politeísmo na Grécia
favoreceu as grandes conquistas no campo sociológico, tão
necessárias para o povo grego. E Atenas se destacou como o berço
da democracia.
A influência dos etruscos na
formação do povo romano se evidencia, sobretudo, na alma
popular "(...) devotada aos gênios, aos deuses e as superstições
de toda espécie (...)." (19a) 0 grande legado do Império
Romano para a Humanidade foram o Direito Romano e a organização
familiar, onde se destaca o papel das matronas.
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FONTES DE CONSULTA
COMPLEMENTAR ES
0l. BULFINCH, Thomas. Mitologia Hindu.
In:. - . O Livro de Ouro de itologia. Trad. de David Jardim Júnior.
Tecnoprint, 1965, p.260.
02. Op. cit., p. 261.
03. Op. cit., Buda, p. 265-266.
04. Op. cit., Introdução,
p. 8-í0.
05. ENCICLOPÉDIA DELTA LAROUSSE.
Mitologia Egípcia, 2. ed., Rio de Janeiro, Delta, 1968, p. 1734.
06. Op. cit., Mitologia Grega, p.
1740.
07. Op. cit., Mitologia Romana, p.
1751.
08. XAVIER, Francisco Cândido.
As grandes religiões do passado. In:. - . A Caminho da Luz. Pelo
espirito Emmanuel. 13 ed. Rio de Janeiro, FEB, 1985, p. 81-82.
09. Op. cit., As rasas adâmicas,
p. 37-38.
10. Op. cit., A Índia, p. 49-50.
11. Op. cit., p. 52.
12. Op. cit., p. 53.
12a. Op. cit., p. 41.
13 Op. cit., A civilização
egípcia, p. 41-42.
14 Op. cit., p. 43
15 Op. cit., p. 45.
16 Op. cit., p. 44
16a. Op. cit., p. 43.
17. Op. cit., A Grécia e a
missão de Sócrates, p. 91.
18. Op. cit., Roma, p. 98.
l9. Op. cit.,, p. 99-100
19a. Op. cit., p. 100.;
RELIGIÕES POLITEÍSTAS
Emmanuel, em A Caminho da luz, nos
informa que "As primeiras organizações religiosas da Terra
tiveram, naturalmente, sua origem entre os povos primitivos do Oriente,
aos quais enviava Jesus, periodicamente, os seus mensageiros e missionários.
(...)" (08)
Informa-nos Emmanuel (p.72) que, naquelas
épocas longínquas, devido a ausência da escrita, as
tradições se transmitiam de geração a geração
através das palavras articuladas (tradição oral),
acrescentando, no entanto, que com a cooperação dos exilados
do sistema da Capela, "(...) os rudimentos das artes gráficas receberam
os primeiros impulsos, começando a florescer uma nova era de conhecimento
espiritual, no campo das concepções religiosas. (...)" (08)
Os Vedas, que contam mais de seis
mil anos, já nos falam da sabedoria dos "Sastras", ou grandes mestres
das ciências hindus, que os antecederam, de mais ou menos dois milênios,
nas margens dos rios sagrados da Índia. Vê-se, pois, que a
idéia religiosa nasceu com a própria Humanidade, constituindo
o alicerce de todos os seus esforços e realizações
no plano terráqueo. (...)" (08)
Escreveremos, a seguir, sobre as principais
religiões politeístas da antigüidade e como elas influíram
para a formação moral e intelectual da Humanidade.
Pará que nos situemos no tempo
e no espaço, recordemos que as raças adâmicas (ou exilados
da Capela) se reuniram, aqui na Terra, em quatro grandes grupos: os Árias
- que originaram os povos indo-europeus - , os Israelitas e Hindus. (()9)
CIVILIZAÇÃO DA ÍNDIA
"(.. ) Dos Espíritos degredados
no ambiente da Terra, os que se gruparam nas margens do Ganges foram os
primeiros a formar os pródromos de uma sociedade organizada, cujos
núcleos representariam a grande percentagem de ascendentes das coletividades
do porvir. (...)
As almas exiladas naquela parte do
Oriente muito haviam recebido da misericórdia do Cristo, de cuja
palavra de amor e de cuja figura luminosa guardaram as mais comovedoras
recordações, traduzidas na beleza dos Vedas e dos Upanishads.
Foram elas as primeiras vozes da filosofia e da religião no mundo
terrestre, como provindo de uma raça de profetas, de mestres e iniciados
(...)." (10)
Segundo o americano Thomas Bulfinch
("The Age of Fable" ou "O Livro de Ouro da Mltologia") "A religião
dos hindus foi fundada, segundo está expressamente admitido, pelos
Vedas. Os hindus atribuem a maior santidade a esses livros, afirmando que
o próprio Brama os escreveu.
Indubitavelmente, os Vedas ensinam
a crença em um Deus supremo. O nome dessa divindade e Brama. Seus
atributos são representados pelos três poderes personificados
da criação, conservação e destruição,
que sob os nomes respectivos de Brama, Vixnu e Siva, formam a trimurte,
ou trindade dos principais deuses hindus. (...)" (01)
Alem destes três deuses que
formam a trindade dos atributos de Brama, ha, no Bramanismo, deuses inferiores
responsáveis por certos fenômenos da natureza, como: trovão,
relâmpago, fogo, sol, regiões infernais, etc. (01)
"(...}; Brama é o criador do
universo e a fonte de onde emanaram todas as divindades individuais e pela
qual elas serão, finalmente, absorvidas. (...)" (01) Por este principio
do bramanismo observa-se, nitidamente, o caráter politeísta
e panteísta da religião dos hindus.
É interessante destacar que
"(...) Os adeptos do bramanismo consideram Buda como uma encarnação
ilusória de Vixnu (um dos deuses da trindade), assumida por ele
a fim de induzir os Asuras, adversários dos deuses, a abandonar
os ensinamentos sagrados dos Vedas, graças ao que eles perderiam
sua força e supremacia. ( " (02)
Isto se explica porque '~(...) Os
budistas negam inteiramente a autoridade dos Vedas e as observância
religiosas neles prescritas e seguidas pelos hindus. Também não
aceitam a separação dos homens em castas e proíbem
todos os sacrifícios sanguinolentos e o uso de alimentos de origem
animal, Seus sacerdotes são escolhidos em todas as classes; devem-se
sustentar mendigando; e, entre outras coisas, tem obrigação
de procurar utilizarem-se de objetos jogados fora como inúteis por
outros e descobrirem o poder medicinal das plantas. (...)" (03)
Os brâmanes são idólatras
e há divisões entre eles, formando seitas distintas, conforme
os deuses que venerem. Dai existirem, ainda ;hoje, as seitas dos seguidores
e adoradores de Vixnu (deus que protege a Terra de perigos, de Shiva (deus
do princípio destruidor e que conta, atualmente, com maior número
de adeptos) e do deus principal, Brama.
As influências do bramanismo
são boas quando originam a formação dos Mahatmas e
são negativas quando estabelecem o sistema de castas. É o
que Emmanuel nos esclarece: "(...) Os cânticos dos Vedas são
bem uma glorificação da fé e da esperança,
em face da Majestade Suprema do Senhor do Universo. A faculdade de tolerar
e esperar aflorou no sentimento coletivo das multidões, que suportaram
heroicamente todas as dores e aguardaram o momento sublime da redenção.
Os "Mahatmas" criaram um ambiente de tamanha grandeza espiritual para o
seu povo, que, (...) nenhum estrangeiro visita a terra sagrada da Índia
sem de lã trazer as mais profundas impressões acerca da sua
atmosfera psíquica. Eles deixaram também ao mundo as suas
mensagens de amor, de esperança e de estoicismo resignado (...)."
(11)
"(...) O povo hindu, embora as suas
tradições de espiritualidade, deixou crescer no coração
o espinho do orgulho que, aliás, dera motivo ao seu exílio
na Terra.
Em breve, a organização
das castas separava as suas coletividades para sempre. Estas castas não
se constituíam num sentido apenas hierárquico, mas com a
significação de uma superioridade orgulhosa e absoluta. (...)"
(12)
Entre os missionários enviados
por Jesus ã Índia destacam-se as figuras de Buda e Crisna.
CIVILIZAÇÃO EGÍPCIA
(...) Dentre os Espíritos degredados
na Terra, os que constituíram a civilização egípcia
foram os que mais se destacavam na prática do bem e no culto da
verdade.
Aliás, importa considerar que
eram eles os que menos débitos possuíam perante o tribunal
da Justiça Divina. (...) Em nenhuma civilização da
Terra o culto da morte foi tão altamente desenvolvido. Em todos
os corações morava a ansiedade de voltar ao orbe distante,
ao qual se sentiam presos pelos mais santos afetos. Foi por esse motivo
que, representando uma das mais belas e adiantadas civilizações
de todos os tempos, as expressões do antigo Egito desapareceram
para sempre do plano tangível do planeta. Depois de perpetuarem
nas Pirâmides os seus avança dos conhecimentos, todos os Espíritos
daquela região africana regressaram à pátria sideral.
(...)" (13)
A religião egípcia se
caracterizava pelo duplo aspecto com que se manifestava: para a massa popular,
ainda não suficientemente madura para receber os ensinamentos profundos,
era politeísta. Para os sacerdotes e iniciados, era monoteísta.
Como nos explica Emmanuel: "(...) nos círculos esotéricos,
onde pontificava a palavra esclarecida dos grandes mestres de então,
sabia-se da existência do Deus único e absoluto, Pai de todas
as criaturas e Providência de todos os seres (...)" (16a)
Nos círculos esotéricos,
entre o povo, predominavam as idéias politeístas. "(...)
As massas requeriam esse politeísmo simbólico, nas grandes
festividades exteriores da religião. (...)" (14)
E, conforme consta na Enciclopédia
Delta Larousse, "Sem embargo da multiplicidade dos deuses egípcios
- uma lista achada no túmulo de Tutmes III nomeia cerca de setecentos
e quarenta - a mitologia propriamente dita é bastante pobre ou pelo
menos só chegaram ate nós muito poucas lendas relativas as
divindades. (...)" (05)
O deus principal do povo egípcio
era Amon ou Amon-Ra e havia outras divindades subalternas (Osiris, Set,
Horus, Anubis, e outros). Inegavelmente, a grande contribuição
da religião egípcia repousa nos ensinamentos esotéricos,
que só transmitiam a existência de um Deus uno, Pai e Criador
de tudo, como também "(...) O destino e a comunicação
dos mortos e a pluralidade das existências e dos mundos eram, para
eles, problemas solucionados e conhecidos. (...). Os iniciados sabiam da
existência do corpo espiritual preexistente, que organiza o mundo
das coisas e das formas. Seus conhecimentos, a respeito das energias solares
com relação ao magnetismo humano, eram muito superiores aos
da atualidade Desses conhecimentos nasceram os processos de mumificação
dos corpos(...)." (15
Como tão elevados ensinamentos
eram vedados ao povo, originou-se o politeísmo. A saudade do mundo
feliz e bom, a se expressar em reminiscências fragmentarias e o culto
da morte altamente desenvolvido, permitiram que este povo, degredado num
mundo tão diferente do seu sentisse como renascido em corpos de
animais. "(...) A metempsicose era fruto da sua amarga impressão,
a respeito do exílio penoso que lhe fora infligido no ambiente terrestre.
( " (16)
CIVILIZAÇÃO GREGA
As experiências mais vastas no
campo social ocorreram na Grécia, berço de filósofos,
sábios e literatos famosos, sendo que, indiscutível mente,
o maior deles foi Sócrates.
Os Gregos eram essencialmente politeístas
e donos de uma mitologia inigualável. Nenhum povo os superou nesse
ponto.
Mas para compreendermos um pouco da
mitologia grega, segundo palavras do autor do "Livro de Ouro da Mitologia",
"(...) cumpre-nos, em primeiro lugar, conhecer as idéias sobre a
estrutura do universo, aceita pelos gregos, o povo de quem os romanos,
e as demais nações, por intermédio dele, receberam
sua ciência e sua religião.
Os gregos acreditavam que a Terra
fosse chata e redonda, e que seu país ocupava o centro da Terra,
sendo seu ponto central, por sua vez, o Monte Olimpo, residência
dos deuses, ou Delfos, tão famoso por seu oráculo. O disco
circular terrestre era atravessado de leste a oeste e dividido em duas
parte iguais pelo Mar, como os gregos chamavam o Mediterrâneo e sua
continuação, o ponto Euxino (...).
Em torno da Terra corria o Rio Oceano
(...) Era dele que o mar e todos os rios da Terra recebiam suas águas.
A parte setentrional da Terra era supostamente habitada por uma rasa feliz,
chamada os hiperbóreos, que desfrutava uma primavera eterna e uma
felicidade perene (...)." (04)
Na parte meridional da Terra (...)
morava um povo tão feliz e virtuoso como os hiperbóreos,
chamado etíope. (...)
Na parte ocidental da Terra, (...)
ficava um lugar abençoado, os Campos Elíseos, para onde os
mortais favorecidos pelos deuses eram levados, sem provar a morte, a fim
de gozar a imortalidade da bem-aventurança. (...)" (04)
Para os gregos havia um grande deus:
Zeus. Era o deus supremo, personificava o céu, era o senhor do universo,
pai dos demais deuses, deusas e da Humanidade. "(...) Zeus era eterno,
onisciente, onipotente. Estava, contudo, submetido ao destino (a moira).
Dele emanavam, com o poder dos reis, as leis das sociedades, a propriedade,
o casamento, a hospitalidade, a justiça. (...)" (06)
Havia ainda outros deuses os principais,
os subalternos, as divindades infernais e os heróis ou semideuses.
Evidenciam-se, na Grécia antiga,
os papeis de duas cidades - Atenas - berço da democracia, onde o
povo amava a liberdade e dedicava-se a cultura, as artes, à beleza.
Desta cidade saíram grandes legisladores, como Sólon, filósofos,
como Sócrates, Platão, Xenofonte, alem de poetas. Esparta,
ao contrário, representava o poder absoluto, ditatorial, onde se
proibia o comercio, condenava a cultura, os seus filhos eram educados dentro
de leis rígidas, que por severas em demasia abalavam os alicerces
da família e favoreciam a corrupção. (17)
A mitologia grega, tão rica
e fantasiosa como era, favoreceu que os gregos vivessem as experiências
socais necessárias a sua evolução, sendo que as conquistas
sociológicas desenvolvidas em Atenas foram o que houve de mais positivo
mesmo para os dias atuais. Com Esparta, contudo, as experiências
no campo social não foram tão benéficas. no que nos
fala Emmanuel: "(...) Esparta passou a história como um simples
povo de soldados espalhando a destruição e os flagelos da
guerra, sem nenhuma significação construtiva para a Humanidade.
(...)" (17)
CIVILIZAÇÃO ROMANA
Foram, sobretudo, os etruscos que deram
origem ao povo romano, Os etruscos se caracterizavam por ser "(...) esforçados,
operosos e inteligentes. Nas regiões da Toscana, possuíam
largas industrias de metais, marinha notável, destacado progresso
no amanho da terra e, sobretudo, sentimentos evolvidos que os faziam diferentes
das coletividades mais próximas. Acreditavam na sobrevivência
e ofereciam sacrifícios as almas dos mortos, venerando os deuses
cujas disposições, em cada dia, presumiam conhecer através
dos fenômenos comuns da Natureza. (...)" (18)
A historia da fundação
de Roma está envolvida na romântica lenda de Rômulo
e Remo, heróis divinizados, que segundo se dizia eram filhos do
deus guerreiro Marte e da vestal Reia Silvia (sacerdotisa da deusa do lar
Vesta), foram amamentados por uma loba e fundaram Roma. (07)
Segundo o iluminado mentor espiritual
Emmanuel, as influências do povo etrusco foram decisivas para as
experiências que os romanos precisariam viver mais tarde. Neste sentido,
vale "(...) recordar a figura de Tarquinio Prisco, filho da Etrúria,
que trouxe a cidade grandes reformas e inúmeras inovações
em todos os departamentos da sua consolidação e do seu progresso
(...). Este, dividiu todo o povo da cidade em classes e centúrias,
segundo as possibilidades financeiras de cada uma desgostando os patrícios,
a esse tempo já organizados, em virtude dessa reforma apresentar-se
dentro de características liberais, não obstante as suas
finalidades militares.
Onde, porem, mais se evidenciam as
influências etruscas, nas organizações romanas, e justamente
na alma popular, devotada aos gênios, aos deuses e as superstições
de toda espécie (...) cada família, como cada lar, possuía
o seu gênio invisível e amigo e, na sociedade, alastravam-se
as comunidades religiosas (...).
Os romanos, ao contrario dos atenienses,
não procuravam muitas indagações transcendentes em
matéria religiosa ou filosófica, atendendo somente aos problemas
do cultos externo, sem muitas argumentações com a lógica
(...). " (19) É por isso que, a despeito da numerosa quantidade
de deuses existentes em Roma - O Panteão chegou a ter mais de trinta
mil (19) a mitologia romana e pobre.
O politeísmo romano contribuiu
para que se desenvolvessem, na sociedade romana, grandes virtudes, entre
as quais destacamos os deveres familiares, evidenciando o papel das matronas.
Se por um lado o Direito Romano e
a organização familiar passam para a posteridade como aquisições
evolutivas deste poderoso povo, por outro lado, lamentavelmente, Roma deixou-se
embriagar pela sede das conquistas e do expansionismo. Instalado o portentoso
Império Romano, o tacão de César passa a subjugar
povos e mais povos, ate que a águia romana tomba ao chão
revelando toda a decadência de quem prometia muito.
Falamos das principais civilizações
politeístas da Antigüidade, com a expansão dessas civilizações
pelos quadrantes do planeta. A miscigenação entre os indivíduos
gerou a formação de novos povos que tiveram influências
maiores ou menores na história da civilização humana.
Citamos, a titulo de exemplo, os assírios-babilônicos, os
fenícios, os iranianos, os chineses, os celtas, os nórdicos,
entre outros.