Make your own free website on Tripod.com

PROGRAMA IV

ROTEIRO 14

VIDA ESPÍRITA.
OCUPAÇÕES E MISSÕES DOS ESPÍRITOS.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Identificar a natureza das ocupações dos Espíritos
Constatar a importância de os Espíritos se manterem em ocupações incessantes.
Dar exemplos de ocupações e de missões dos Espirito encarnados e desencarnados.
.
IDÉIAS PRINCIPAIS
"(...) Os Espíritos encarnados tem ocupações inerentes às suas existências corpóreas. No estado de erraticidade, onde desmaterialização, tais ocupações são adequadas ao grau de adiantamento deles.
Uns percorrem os mundos, se instruem e preparam para nova encarnação.
Outros, mais adiantados, se ocupam com o progresso (...)
Outros tomam sob sua tutela os indivíduos, as famílias, as reuniões, as cidades e os povos, dos quais se constituem anjos guardiães, os gênios protetores e os Espíritos familiares. Outros, finalmente, presidem aos fenômenos da Natureza(...)" (4) -
"(...) A vida espirita e uma ocupação continua, mas que nada tem de penosa, como a vida na Terra, porque não há a fadiga corporal, nem as angustias das necessidades'.' (1)
"(...) São incessantes as ocupações dos Espíritos, atendendo-se a que sempre ativos são os seus pensamentos (...). Essa mesma atividade lhe constitui um gozo pela consciência que têm de ser úteis." (2)
"(...) As missões dos Espíritos têm sempre por objeto o bem. Quer como Espíritos, quer como homens, são incumbidos de auxiliar o progresso da Humanidade, dos povos ou dos indivíduos. (...)" (3)

FONTES DE CONSULTA

BÁSICAS
01 - KARDEC, Allan. Das ocupações e missões dos Espíritos. In: . O Livro dos Espíritos. Trad. de Guillon Ribeiro. 57. ed. Rio de Janeiro, FEB, 1983. Parte 2a, questão 558, p. 281.
02 - Op. cit., questão 563, p. 282.
03 - Op. cit., questão 569, p. 284-285.
04 - Op. cit., questão 584, p. 289-290.
05 - O céu. In:. O Céu e o Inferno. Trad. de Manuel Justiniano Quintao. 29 ed. Rio de Janeiro, FEB, 1982. Parte 1a, item 1ª, p. 34. 1
06 - Op. cit., item 13, p. 34-35.
07 - Op. cit., item 14, p. 35. ;
08 - Op. cit., item 15, p. 35.

OCUPAÇÕES E MISSÕES DOS ESPÍRITOS.

Os Espíritos têm ocupações e missões a desempenhar. Alem do trabalho de se melhorarem pessoalmente, incumbe-lhes executar a vontade de Deus, concorrendo, assim, para a harmonia do Universo. A ocupação dos Espíritos e continua. Essa ação continua, contudo, nada tem de penosa, uma vez que não estão sujeitos à fadiga e às necessidades próprias da vida terrena.
Os Espíritos inferiores e imperfeitos também desempenham função útil no universo, embora muitas vezes não se apercebam disso, visto que todos têm deveres a cumprir.
Os Espíritos devem percorrer todos os diferentes graus da escala evolutiva para se aperfeiçoarem. Assim, todos devem habitar em toda parte e adquirir o conhecimento de todas as coisas. Mas há tempo para tudo. Dessa forma, a experiência e o aprendizado por que um Espirito está passando hoje, um outro já passou e outro ainda passará.
Existem Espíritos que não se ocupam de coisa alguma, conservando-se totalmente ociosos. Todavia esse estado e temporário e cedo ou tarde o desejo de progredir os impulsiona para uma atividade, tornando-os felizes por se sentirem úteis.
"(...) As missões dos Espíritos têm sempre por objetivo o bem. Quer como Espíritos, quer como homens, são incumbidos de auxiliar o progresso da Humanidade, dos povos ou dos indivíduos, dentro de um circulo de idéias mais ou menos amplas, mais ou menos especiais e de velar pela execução de determinadas coisas. Alguns desempenham missões mais restritas e, de certo modo, pessoais ou inteiramente locais, como sejam assistir os enfermos os agonizantes, os aflitos, velar por aqueles de quem se constituíram guias e protetores, dirigi-los, dando-lhes conselhos ou inspirando-lhes bons pensamentos. Pode dizer-se que há tantos gêneros de missões quantas as espécies de interesses a resguardar, assim no mundo físico, como no moral. O Espírito se adianta conforme a maneira por que desempenha a sua tarefa." (3)
Os Espíritos se ocupam com as coisas deste mundo de acordo com o grau de evolução em que se achem. Os superiores só se ocupam no que seja útil ao progresso. Já os inferiores se sentem ligados às coisas materiais, e delas se ocupam.
"A felicidade dos Espíritos bem-aventurados não consiste na ociosidade contemplativa, que seria, como temos dito muitas vezes, uma eterna e fastidiosa inutilidade.(...)"(5)
"As atribulações dos Espíritos são proporcionais ao seu progresso, às luzes que possuem, às suas capacidades, experiência e grau de confiança inspirada ao Senhor soberano.
Nem favores, nem privilégios que não sejam o prêmio ao mérito; tudo e medido e pesado na balança da estrita justiça.
As missões mais importantes são confiadas somente àqueles que Deus julga capazes de as cumprir e incapazes de desfalecimento ou comprometimento. (...)" (6)
"Ao lado das grandes missões confiadas aos Espíritos superiores, há outras de importância relativa em todos os graus, concedidas a Espíritos de todas as categorias, podendo afirmar-se que cada encarnado tem a sua, isto e, deveres a preencher a bem dos seus semelhantes, desde o chefe de família, a quem incumbe o progresso dos filhos, ate o homem de gênio que lança às sociedades novos germens de progresso. nessas missões secundárias que se verificam desfalecimentos, prevaricações e renuncias que prejudicam o indivíduo sem afetar o todo". (7)
"Todas as inteligências concorrem, pois, para a obra geral, qual quer que seja o grau atingido, e cada uma na medida das suas forcas, seja no estado de encarnação ou no espiritual. Por toda parte a atividade, desde a base ao ápice da escala, instruindo-se, coadjuvando-se, em mutuo apoio, dando-se as mãos para alcançarem o zênite. (...)" (8)